Você sentiu seu cachorro ou gato “quente demais” ou “gelado” e ficou com medo de ser grave? A gente entende esse susto – extremos de temperatura podem matar muito rápido, e saber agir na hora faz toda a diferença.
Hipotermia e hipertermia matam rápido: o que isso quer dizer na prática?
Hipotermia (corpo muito frio) e hipertermia (corpo muito quente) são situações de emergência. Não é exagero dizer: seu pet pode morrer em minutos ou poucas horas quando a temperatura sai muito do normal.
- Temperatura normal do cachorro e do gato: em geral fica entre 37,8°C e 39,2°C.
Acenda o alerta se:
- Abaixo de 37,5°C: risco de hipotermia
- Acima de 39,5°C: febre ou início de hipertermia
- Acima de 40,5°C: emergência grave – perigo de morte rápida
Resumindo: se o seu cachorro ou gato está muito quente, ofegante, parado demais, cambaleando, gelado ao toque ou desmaiando, isso é caso de veterinário agora, de preferência em hospital veterinário ou clínica veterinária 24h.
Hipotermia x hipertermia: qual a diferença?
O que é hipotermia no cachorro e no gato?
Hipotermia é quando o corpo do pet está mais frio do que deveria, e ele não consegue voltar ao normal sozinho.
Ela pode acontecer em situações como:
- Filhotes recém-nascidos que ficam longe da mãe ou da fonte de calor
- Banho em casa com água fria e secagem ruim em dia gelado
- Animais tosados demais expostos ao frio e à chuva
- Cães idosos ou muito magros em noites frias
- Gatos presos em locais abertos no inverno
- Pets anestesiados ou muito debilitados (pós-cirurgia, doenças graves)
O que é hipertermia e “golpe de calor”?
Hipertermia é quando o corpo do pet esquenta demais e não consegue dissipar esse calor. O tipo mais conhecido é o “golpe de calor”.
As situações mais comuns são:
- Deixar cachorro dentro do carro, mesmo “rápido” e na sombra
- Passeios em horários muito quentes, principalmente no sol do meio-dia
- Exercício intenso em dias abafados (corrida, brincadeira pesada, treino)
- Ambientes mal ventilados e com aglomeração de cães (canis, transportes)
- Raças de focinho curto (braquicefálicas), como:
- Pug, Shih Tzu, Bulldog, Pequinês, Boxer, Boston Terrier
- Gatos Persa, Himalaia, Exótico
Atenção: cães e gatos não suam como a gente. Eles controlam a temperatura principalmente pela boca (ofegando) e patas. Por isso, se o ambiente está quente demais, eles superaquecem mais rápido.
Sinais de alerta: como saber se é hipotermia ou hipertermia?
Sintomas de hipotermia em cachorro e gato
Você pode perceber que o pet está com hipotermia quando ele parece:
- Gelado ao toque: orelhas, patas, barriguinha e focinho frios
- Tremendo ou com “calafrios”
- Lento, quieto demais, sonolento, “apagado”
- Respiração mais lenta e fraca
- Gengivas pálidas ou azuladas
- Desorientado, cambaleando
- Nos casos graves: desmaio, coma, parada cardíaca
Sintomas de hipertermia e golpe de calor
Já o pet com hipertermia costuma dar sinais como:
- Ofegância intensa, língua muito para fora
- Saliva grossa, pegajosa, excesso de baba
- Corpo muito quente ao toque (principalmente cabeça e tronco)
- Agitação no início, depois prostração (fica mole, deita e não quer levantar)
- Língua e gengivas muito vermelhas ou arroxeadas
- Vômito, diarreia, às vezes com sangue
- Olhar vidrado, desorientação, andar cambaleante
- Nas fases mais graves: convulsão, inconsciência, colapso
Se você olha pro pet e pensa “meu cachorro tá estranho, parece que vai desmaiar” ou “meu gato tá mole e quente demais”, não espere. Isso já é sinal de atendimento de emergência.
Como saber se é caso de correr para o veterinário agora?
Quando é EMERGÊNCIA imediata
Procure um hospital veterinário ou clínica veterinária 24h sem esperar se:
- Seu pet desmaiou, convulsionou ou não responde direito
- Está muito ofegante e parece não conseguir respirar
- Gengivas muito pálidas, roxas ou azuladas
- Corpo muito quente (suspeita de mais de 40°C)
- Corpo muito frio, tremendo sem parar ou parando de tremer porque está piorando
- Não consegue ficar em pé, está caindo, cambaleando
- Vomitando ou com diarreia, especialmente com sangue
- Filhote, idoso, doente crônico (cardíaco, renal, respiratório) com qualquer sinal de extremo
Quando dá para observar, mas com cuidado
Você pode observar por poucas horas e falar com o veterinário se:
- Seu cachorro ou gato está um pouco mais quente, mas come, bebe e se mexe bem
- Está levemente tremendo de frio, mas melhora quando aquecido em ambiente protegido
- Você mediu a temperatura (com termômetro adequado) e deu:
- Entre 39°C e 39,5°C – febre leve
- Entre 37,5°C e 37,8°C – frio leve
Nesses casos, ainda é recomendado conversar com o veterinário, porque febre e hipotermia leve podem ser sinais de outras doenças.
“Como eu meço a temperatura do meu pet?”
A forma mais confiável em casa é usando um termômetro digital retal (no ânus), específico para pets ou bem separado do de uso humano.
- Ligue o termômetro.
- Passe um pouco de lubrificante (vaselina ou similar) na ponta.
- Levante o rabinho com cuidado.
- Introduza a ponta do termômetro delicadamente, cerca de 1 a 2 cm.
- Espere apitar, retire e leia a temperatura.
Importante: se o pet está muito agitado, agressivo, com dor intensa ou quase desmaiando, não perca tempo tentando medir temperatura. Vá direto para o atendimento de emergência.
O que fazer em caso de hipertermia (pet muito quente)
Se você suspeita que seu cachorro ou gato está com hipertermia ou golpe de calor, a ordem é:
1. Tire o pet da fonte de calor
- Leve para um ambiente fresco, sombreado, ventilado
- Ligue ventilador ou ar-condicionado, se tiver
- Nunca deixe dentro do carro – nem com vidro aberto
2. Inicie o resfriamento, mas com cuidado
- Use panos úmidos com água em temperatura ambiente (não gelo) nas:
- Axilas
- Inguina (entre as pernas de trás)
- Barriga
- Pescoço e cabeça (sem encharcar rosto)
- Se tiver um ventilador, direcione para o animal
Não use água gelada ou gelo direto, isso pode causar vasoconstrição (fechar os vasos) e piorar a situação, além de causar choque térmico.
3. Ofereça água – mas não force
- Deixe água fresca disponível
- Ofereça pequenas quantidades, principalmente se ele estiver consciente
- Não jogue água à força na boca: risco de engasgar ou broncoaspirar (ir água para o pulmão)
4. Vá imediatamente para o veterinário
Mesmo que pareça ter melhorado, o golpe de calor pode causar danos internos graves, como:
- Falência de órgãos (rim, fígado)
- Problemas de coagulação
- Lesão cerebral
O ideal é levar o pet para um hospital veterinário ou clínica veterinária com atendimento 24h, como a VetôPet em Maringá, para receber:
- Fluidos na veia (soro)
- Medicações de suporte
- Monitoramento de temperatura, pressão, oxigenação e exames complementares
O que fazer em caso de hipotermia (pet muito frio)
1. Leve o pet para um ambiente aquecido
- Retire do sereno, chuva, vento, chão frio
- Coloque em local seco e protegido
2. Aqueça de forma gradual
- Use cobertores, mantas, toalhas secas
- Se usar bolsa de água quente, sempre envolvida em pano, sem contato direto com a pele
- Você pode usar secador de cabelo na temperatura morna, com distância segura
Não use água muito quente, não encoste bolsas fervendo diretamente no corpo e não aqueça de uma vez só, para evitar queimaduras e queda brusca de pressão.
3. Atenção especial com filhotes e idosos
- Filhotes podem morrer de hipotermia em poucas horas
- Gatinhos recém-nascidos não conseguem regular a própria temperatura
- Idosos e animais doentes esfriam mais fácil e se recuperam mais devagar
4. Procure o veterinário o quanto antes
Hipotermias moderadas e graves exigem:
- Aquecimento controlado na clínica
- Soro na veia
- Monitoramento de coração, respiração e pressão
Um hospital veterinário com estrutura completa, como a VetôPet Clínica Veterinária 24h em Maringá, consegue agir rápido para evitar danos permanentes.
O que NÃO fazer em hipótese alguma
- Não dar remédios humanos (dipirona, paracetamol, anti-inflamatórios) sem orientação – muitos são tóxicos para cães e extremamente perigosos para gatos.
- Não jogar o pet na água gelada para “esfriar rápido”.
- Não usar gelo direto no corpo.
- Não enrolar demais um pet que já está quente – isso piora a hipertermia.
- Não atrasar o atendimento esperando “ver se melhora sozinho”.
- Não deixar o cachorro no carro, nem 5 minutos, nem com vidro aberto, nem na sombra.
Como prevenir hipertermia (golpe de calor)
No dia a dia com seu cachorro
- Evite passeios nos horários mais quentes (prefira manhã cedo ou fim de tarde/noite)
- Sempre leve água nos passeios
- Evite brincadeiras muito intensas em dias abafados
- Ofereça sombra e ventilação no quintal, principalmente para cães de pelagem escura
- Redobre o cuidado com raças de focinho curto e obesos
Transporte e viagens
- Nunca transporte seu pet em porta-malas fechado ou sem ventilação adequada
- Faça paradas para água e descanso em viagens longas
- Use ar-condicionado com moderação, sem jogar jato gelado direto no pet
Como prevenir hipotermia
Em dias frios
- Forneça camas elevadas do chão, mantas e ambiente protegido
- Use roupinhas em cães de pelo curto, idosos e filhotes (se aceitarem bem)
- Evite banhos com água fria; seque muito bem após o banho
Com filhotes e gatinhos
- Mantenha ninhadas em ambientes aquecidos, sem correntes de ar
- Monitore se todos os filhotes conseguem se aquecer juntos
- Filhote tremendo e com barriga fria é urgência
Por que o atendimento rápido é tão importante?
Segundo diretrizes e materiais educativos de entidades como a WSAVA (World Small Animal Veterinary Association) e universidades como a Universidade de São Paulo (USP), tanto a hipertermia quanto a hipotermia severa podem levar a:
- Dano cerebral
- Falência múltipla de órgãos
- Alterações de coagulação (coagulação intravascular disseminada)
- Arritmias cardíacas e parada cardíaca
E o ponto crítico: isso pode acontecer em poucas horas. Por isso, ter uma clínica veterinária de confiança e um hospital veterinário 24h de referência em Maringá, como a VetôPet, faz toda diferença na sobrevivência do seu pet.
Quando suspeitar que “tem algo mais por trás”
Nem toda alteração de temperatura é só “calor” ou “frio”. Muitas vezes, é sinal de outra doença:
- Infecções (útero, pulmão, intestino, pele)
- Doenças virais (parvovirose, cinomose, FeLV, FIV)
- Doenças inflamatórias crônicas
- Problemas metabólicos e hormonais
Se o seu cachorro ou gato está com febre recorrente, calafrios ou alternando entre “quente” e “frio”, vale uma investigação completa com o veterinário.
Hipotermia e hipertermia em Maringá: o que considerar?
Mesmo em cidades como Maringá, que costumam ser mais quentes, a gente tem:
- Verões muito abafados – maior risco de golpe de calor em cães, principalmente em passeios, carros e casas sem ventilação boa
- Noites de inverno geladas – risco de hipotermia em animais que dormem em quintal, varandas ou garagem
Ter uma clínica veterinária e hospital veterinário 24h em Maringá como referência (como a VetôPet) é essencial para quem quer estar preparado para emergências de temperatura.
Perguntas Frequentes (FAQ)
1. Meu cachorro tá ofegante e muito quente, mas ainda anda. Espero ou vou agora ao veterinário?
Se ele está muito quente, ofegando sem parar, babando e parece “cansado demais”, é mais seguro considerar como emergência. Comece o resfriamento leve (local fresco, panos úmidos com água em temperatura ambiente) e leve para o atendimento de emergência o quanto antes.
2. Meu gato tá estranho, quieto e gelado. Isso é normal em dia frio?
Não. Gato pode até procurar lugares quentinhos, mas ficar gelado, apático e mole não é normal. Isso pode ser hipotermia ou sinal de outra doença grave. Aqueça com cuidado e procure um veterinário imediatamente, especialmente se ele não quiser comer ou se esconder demais.
3. Posso dar dipirona pro meu cachorro quando ele tiver com febre?
Não dê nenhum medicamento por conta própria. Alguns veterinários até usam dipirona em cães, mas a dose e a condição do animal importam muito. Em gatos é ainda mais perigoso. A forma correta é: leve para a clínica veterinária, meça a temperatura lá e deixe o profissional decidir o tratamento seguro.
4. Quanto tempo um cachorro aguenta no carro sem risco de golpe de calor?
Na prática, nenhum tempo é realmente seguro. Mesmo 10 minutos em dia quente podem ser fatais, ainda mais em raças de focinho curto. A temperatura dentro do carro sobe muito rápido, mesmo com vidros entreabertos. A recomendação é clara: não deixe seu pet sozinho no carro.
5. Como sei se preciso de hospital veterinário 24h ou se posso esperar o horário normal?
Se você está com aquela sensação de “será que precisa de veterinário agora?” e o pet apresenta:
– Desmaios, convulsões ou quase desmaiando
– Muito ofegante ou respirando estranho
– Muito quente ou muito frio ao toque
– Vômitos, diarreia, sangue, moleza extrema
Então é caso de emergência e o ideal é hospital veterinário 24h. Se os sinais são leves e o pet está bem disposto, dá para agendar, mas sempre conversando com a clínica veterinária antes.

Quando e por que contar com a VetôPet em Maringá
Se você chegou até aqui, é porque se preocupa de verdade com seu cachorro ou gato – e isso já é um grande passo.
Hipotermia e hipertermia são situações em que cada minuto conta. Ter uma equipe de veterinário preparada, estrutura de hospital veterinário e atendimento de emergência 24h em Maringá faz toda a diferença entre vida e morte para muitos pets.
Na VetôPet Clínica Veterinária 24h, em Maringá, seu pet encontra:
- Atendimento de emergência e plantão 24h
- Equipe treinada para casos de hipotermia, hipertermia e outras urgências
- Estrutura de hospital veterinário com internação, oxigênio, exames e monitorização
- Um cuidado que une técnica, responsabilidade e carinho com seu pet e com você
Se você está em dúvida, sentindo que “tem algo errado” com a temperatura do seu pet, não espere.
A VetôPet está de plantão 24h em Maringá, pronta para atender seu cachorro ou gato em qualquer emergência.
Acesse: vetopet.com.br